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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Um cosmopolitan para voltar a escrever



  Bem verdade que fiquei um bom tempo sem postar nada de novo neste meu blog. Havia feito muitos planos para escrever algumas séries durante as férias, entretanto, o ócio improdutivo foi mais forte e o máximo que consegui fazer foi tirar algumas fotos de alguns pratos que postarei em breve. Mas algumas coisas bem interessantes aconteceram durante este período de recesso, entre elas posso destacar um presente que ganhei no natal: um livro intitulado "1001 drinks inesquecíveis", fantástico. E para marcar o começo desse ano ( já passou o carnaval, feliz ano novo) trouxe um drink que ficou conhecido após a série "Sex on the City", o Comopolitan, segue a receita:

Ingrediente: 

2 doses de vodka ( de preferência aquela de frutas vermelhas)
1 dose de suco de limão
2 doses de suco de Cramberrie
1 dose de Cointreau

Modo de preparo: Coloque tudo em uma coqueteleira juntamente com gelo picado e bata bastante, coe o gelo e sirva em uma taça de martini ou em uma outra taça aberta. Você também pode usar uma cereja para decorar a taça.
 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Pequeno Pecado



Dica rápida para que é adepto do chá de saquinho. A Dr. Oetker lançou uma nova linha com um blend mais variado e com algumas misturas inusitadas que vale muito a pena. Esse dá foto é um Pequeno Pecado, feito com morango, amora e pimenta. Muito suave e uma ótima opção para quem busca praticidade e qualidade. 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Schmitt Barley Wine



 Essa cerveja é do estilo Barley Wine, que é um subtipo das Strong Ales, isso significa que a sua graduação alcoólica  é bem elevada, se aproximando ao vinho. Ela é de uma cervejaria gaúcha e leve bastante lúpulo e malte na receita, o resultado da degustação foi esse:

Aparência: Côr âmbar claro, bastante turva, a cabonatação deixa a cerveja muito bonita num "efeito espumante" e o fato de ter sido servida em uma taça ajudou bastante na apresentação. Creme branco e denso. Bonita cerveja.

Aroma: O aroma é bastante agradável, com notas de cravo e fermento aliado a um leve floral no fundo. Percebe-se também o aroma do malte bem pronunciado.

Sabor: Ponto alto da cerveja, sabor muito intenso e moderadamente amargo, o fato de se usar muito insumo faz com que o gosto do lúpulo se torne bastante acentuado. Notas de várias especiarias, todas bem acentuadas. Gosto de madeira super agradável. Retrogosto forte e com um leve amargor vindo do lúpulo.

Sensação: Falta mais corpo nessa cerveja, poderia melhorar bastante a sensação. Fora isso, a carbonatação é ótima.

Conjunto: Boa cerveja, o álcool é muito bem harmonizado, uma cerveja forte e agradável.

Preço: R$ 8,50

Nota Final: 8,2


sábado, 27 de agosto de 2011

3 lobos Pele Vermelha


  Parecia que o universo estava conspirando para que eu não postasse essa semana. Ia fazer um post na quarta mas acabei tendo que resolver umas outras coisas mais urgentes, na quinta fui fazer um review de um café... que estava fechado e na sexta quando ia para um outro café... um "pequeno" acidente acabou com a noite e com o carro.
 Problemas resolvidos percebi que a semana era para cerveja, então preferi degustar a nova da Backer do que me arriscar em um café novamente. Há toda uma polêmica em volta dessa nova linha 3 lobos, todas a acusam de plagiar o rótulo de uma cervejaria americana, a Flying Dog, mas como todo mundo já está discutindo sobre isso, preferi escrever sobre o que tem dentro da garrafa e ignorar o rótulo, que é muito bonito por sinal. Ela é uma Indian Pale Ale feita com casca de laranja, a princípio eu achei que seria uma mistura desastrosa, uma IPA cítrica não me encorajava muito. Mas o resultado foi surpreendente:

Aparência. Cerveja linda! Minha coloração favorita, um âmbar avermelhado, bem cor-de-terra e explica muito bem o nome da cerveja. O creme tem uma boa formação e duração além de brilhar no copo feito glíter, lindíssima mesmo.

Aroma: Achei bem leve o aroma, esperava algo mais forte para uma cerveja desse estilo. Mas não deixa de ser agradável, algo meio herbáceo e  malte caramelizado.

Sabor: Aqui tive uma real surpresa, a laranja não conferia um sabor cítrico como eu esperava, mas ajudava a compor o amargor da cerveja. Muito agradável o amargor dela a laranja foi uma exelente pedida. Se você gosta de cervejas amargas não pode deixar de tomar esta.

Sensação: Para mim esse é o ponto alto da cerveja, cabonatação ideal e um corpo fantástico, bem cremosa e agradável.

Conjunto: Cerveja de excelência. Recomendo a todos e pretendo toma-la mais vezes. A única restrição é se você não gostar de cervejas mais amargas, mas ainda assim recomendo.

Preço: R$12,00

Nota Final: 9,4


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Bamberg Weizen

 Essa cerveja da bamberg é do estilo Weizen, muito popular na região da Baviera e foi harmonizada com espetinhos de melão com presunto. O resultado foi o seguinte:

Aparência: A cerveja possui uma coloração dourada meio fosca, opaca. A espuma é muito densa e persistente e ela ainda possui vestígios do fermento por não ser filtrada. Não é do tipo de cerveja que eu considere muito bonita.

Aroma: Belo aroma, notas bem claras de banana e cravo. Muito agradável.

Sabor: Um pouco adocicada, percebe-se as notas de banana e cravo mais uma vez, final floral e cítrico acentuado demais, amargor é bem suave, quase imperceptível. Lúpulo não é marcante.

Sensação: Corpo médio alto, e alta carbonatação. Ótima drinkability. 

Conjunto: Boa cerveja, dá pra tomar até no café-da-manhã de tão suave e leve, é possível beber grandes quantidades dela por conta disto. Não se percebe a presença do álcool. Nada que a torne única e especial.

Preço médio: R$ 8,00 a Long neck.

Nota final: 7,3

Trilogia das cores: A liberdade é azul




Em homenagem ao cineasta polonês Krzysztof Kieslowski resolvi fazer uma trilogia das cores bebíveis. Seguindo a mesma sequencia da trilogia das cores: A Liberdade é Azul.


  Drink muito refrescante, doce e forte ao mesmo tempo. Bom para se tomar durante o dia ou a noite e possuidor de uma coloração muito bonita. A receita é bem simples:


- Uma dose de Vodka de qualidade.
- Uma dose de Cointreau.
- Uma dose de curaçao blue.
- Quatro pedras de gelo.


 Misture todos os ingredientes em uma coqueteleira e sirva num copo de martini, pode-se enfeitar com uma rodela de limão, se tiver um limão maior e mais amarelo, como o siciliano, ficará mais bonito.


 Futuramente postarei os outros dois drinks.

Bamberg Rauchbier



 Provei a premiadíssima cerveja da Bamberg. Ela é feita com malte defumado e por não ser fã de coisas defumadas eu tinha uma certa resistência a ela. Mas como não poderia ignorar a relevância de seu reconhecimento no mundo das cervejas especiais, resolvi degusta-la:

 Aparência: Cor linda, meio marrom avermelhado mas translúcida e brilhosa. Espuma densa e persistente, excelente apresentação. 

 Aroma: O defumado é muito forte, fica parecendo que tem um pedaço de bacon dentro da garrafa, mas isso não fica enjoativo. O odor das coisas defumadas na minha opinião é algo totalmente desagradável, mas algumas notas de caramelo quebram um pouco desse aroma na cerveja.

 Sabor: Agora você tem certeza que existe um pedaço de bacon na garrafa. O defumado é muito mais marcante do que qualquer outro atributo, o máximo que se percebe são leves notas de caramelo, o lúpulo é pouco marcante na cerveja, mas se pode percebe-lo no final amargo e seco. 

Sensação: Média carbonatação, corpo médio. Nada de muito especial nesse ponto, o álcool é bem colocado e não prejudica o conjunto. 

Conjunto: Boa cerveja, acredito que esteja entre as melhores do gênero, se você gosta de coisas defumadas deve experimenta-la. Não entrará na minha lista de favoritas, mas tomarei em outras oportunidades harmonizada com pratos mais fortes. 


Preço Médio: R$8,00 a Long Neck

Nota final: 8,6

sábado, 20 de agosto de 2011

Stella Artois X Heineken

  

 Entre as verdinhas que começam a disputar sua atenção nas prateleiras do supermercado existe uma rivalidade: Stella X Heineken. As duas podem ser consideradas como Premium Lagers e custam no mercado valores parecidos ( algo em torno de R$ 2,25 ). Considerando o tamanho das garrafas (Heineken 330 mls e Stella 275 mls ) a heineken costuma ser um pouco mais barata. 

 A Stella Artois:

 É uma cerveja belga que pode ser encontrada em qualquer super-mercado brasileiro, foi adaptada ao "paladar local" e sua versão fabricada aqui é bem leve e suave, percebe-se um leve tom metálico desagradável e aroma e o sabor do lúpulo são bem discretos. Acaba sendo uma cerveja bem suave e leve. O gosto é agradável, mas não vale o que custa. 

A Heineken:


  Cerveja da Holanda, mas que também é fabricada no Brasil. Uma coisa que marca bastante essa cerveja é a explosão que o lúpulo causa, bem incomum nessas lagers comerciais. Ela é marcada por um amargor leve e muito agradável, conferindo a ela uma excelente harmonia. Sem dúvidas essa é a melhor opção entre as lagers comerciais "nacionais", excelente cerveja com um bom custo-benefício. 


Conclusão: A Heineken é mais vantajosa, mais barata e mais saborosa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mata Branca American Ale



 Por um feliz acaso conheci o Empório Mata Branca enquanto visitava o site da Bamberg. Já estava na hora de Vitória da Conquista ter um lugar que vendesse cerveja de qualidade e diversificada. Acredito que em pouco tempo o hábito de se degustar cerveja se popularize entre os conquistenses e espero que seja conferido a ela o status semelhante ao do vinho.

  Comprei uma garrafa de uma American Ale fabricada artesanalmente por Luíz Cravo, o simpático dono do empório, eis o resultado da degustação:

  Aparência: Creme pouco denso mas persistente, uma linda cor âmbar( bem diferente do amarelo tosco das  cervejas mais comerciais), carbonatação média baixa. 

 Aroma: Grande destaque para um aroma floral e cítrico, dá a impressão de ser uma cerveja leve e refrescante, cheiro marcante do lúpulo. Excelente harmonia no aroma.

 Sabor: Algo entre casca de laranja e mel, consegue ser adocicada sem ser enjoativa no começo e ao mesmo tempo trazer um amargor leve e breve no final, proporcionando uma excelente drinkability.

 Sensação: Mesmo tendo um teor alcoólico razoável, o gosto do álcool não é percebido, caberia um pouco mais inclusive, a cabonatação ficou bem harmonizada e seu corpo é suave sem ser aguado.

 Conjunto: Ótima cerveja, uma boa opção para se beber em quantidade sem abrir mão da qualidade.

  Nota Final: 8,7


 Para quem tiver interesse em conhecer o empório o endereço é : Rua 4, Casa 19, Urbis 1 - Bairro Candeias e o preço da cerveja é R$ 6,00.

Irish Coffee



   Sou suspeito quando o assunto é café, por ser fã assumido e consumidor compulsivo desse grão mágico.Mas não posso deixar de falar do aroma, o amargor e o gosto único que tornam o café muito mais que uma simples bebida, é algo sagrado, ritualístico, sensual, intimista e misterioso. Está presente em momentos solitários de reflexão e meditação da mesma forma que pode ser a desculpa de uma extensão de conversa entre amigos. Essa onipresença garante a ele o primeiro lugar do ranking das bebidas artificiais mais consumidas do mundo (não, não é a coca-cola).

 Café é uma metáfora: Quente como as relações, energizante  como os momentos felizes e amago como a vida.

 Mas voltando para o Irish Coffee... todas essas qualidades do café unidas ao whisky só poderiam gerar um drink de excelência. Não tão forte quanto parece, mas tão energizante quanto se propõe a ser. A receita é bem simples, mas postarei aqui uma versão que me agrada mais:

Ingredientes:
-Uma xícara de café feito na hora
-Uma dose de whisky
-Duas colheres de creme de leite
-Uma colher de açúcar (opcional)
-Uma colher de chocolate em pó
-Uma colher de chá de canela em pó
-Chantilly (opcional)

  O preparo é bem simples, para uma boa apresentação coloque o creme de leite em uma taça o café com os demais ingrediente e cubra com chantilly. Sirva com uma colher e enfeite com grãos de café tostados a sua bebida trifásica.

 O meu da foto não levou açúcar nem chantilly, uma opção para que gosta do amargor, e o creme de leite já havia sido misturado. Depois quando fizer novamente, posto fotos de um completo e mais bem arrumado.